LGPD, regulação setorial de cibersegurança, obrigações de continuidade de negócios, requisitos de uso responsável de IA e contratos com exigências técnicas — o grosso das obrigações de compliance das organizações modernas passa pelo ambiente de TI. A ISO 37301 estrutura o Sistema de Gestão de Compliance (SGCO) para identificar, avaliar e controlar essas obrigações de forma sistemática e auditável.
Quem conduz o projeto
As obrigações que envolvem TI vêm de reguladores, de contratos, de leis e de normas técnicas — e se acumulam mais rápido do que a capacidade das organizações de rastreá-las e controlá-las. Descumprir qualquer uma delas é risco real: sanção, perda de contrato, responsabilização de executivos.
LGPD, regulações do BACEN (Resoluções CMN 4.893 e BCB 85), requisitos da ANPD, ANATEL, ANS e ANEEL — grande parte das obrigações setoriais envolve diretamente sistemas, dados, infraestrutura e processos de TI. Sem rastreamento sistemático, lacunas passam despercebidas.
O PL 2338 brasileiro, o AI Act europeu e as diretrizes do BACEN e da ANPD sobre uso de IA criam obrigações específicas para organizações que usam sistemas de decisão automatizada. A ISO 37301 estrutura o rastreamento dessas obrigações junto com todas as demais — sem criar um silo separado.
Contratos com clientes corporativos, com o setor público e com parceiros internacionais frequentemente incluem cláusulas técnicas de segurança da informação, privacidade e continuidade de negócios. Descumpri-las é inadimplência contratual — com consequências financeiras e reputacionais.
A LGPD, as resoluções do BACEN e as regulações de proteção ao consumidor preveem responsabilização pessoal de administradores em casos de negligência no tratamento de dados e na gestão de riscos de TI. O SGCO documenta que a organização cumpriu seus deveres de diligência.
Auditorias externas, processos de M&A, onboarding de grandes clientes e licitações públicas exigem evidências documentadas de compliance — não declarações. Um SGCO estruturado produz essas evidências de forma sistemática, sem depender de esforços pontuais de última hora.
A ISO 37301 integra-se naturalmente às demais normas ISO — especialmente 27001, 27701 e 42001. Organizações que já têm essas certificações podem estender sua estrutura de gestão para cobrir o compliance de forma unificada, sem duplicar processos e documentação.
Mapeamos as obrigações de compliance relacionadas a TI e IA, estruturamos o SGCO, elaboramos as políticas e procedimentos e orientamos as equipes de TI, jurídico e compliance na implantação dos controles. Para ajustes técnicos nos sistemas, especificamos os requisitos ou elaboramos as RFPs para contratação.
O ponto de partida é sempre o mapeamento das obrigações reais — não uma lista genérica de leis, mas as obrigações específicas que se aplicam ao modelo de negócio, ao setor e ao uso de TI e IA da organização.
Identificação sistemática de todas as obrigações legais, regulatórias e contratuais com origem ou impacto no ambiente de TI — incluindo LGPD, regulações setoriais, contratos com clientes e parceiros, e obrigações emergentes relacionadas ao uso de IA. Resultado: um compliance register estruturado e priorizado por risco.
Compliance register · TI · IA · Regulação setorialComparação entre as obrigações mapeadas e os controles existentes — identificando lacunas, controles insuficientes e obrigações sem responsável definido. Avaliação do risco de compliance associado a cada lacuna, com priorização por probabilidade e impacto de sanção ou inadimplência.
Gap analysis · Avaliação de risco · PriorizaçãoDefinição do escopo do Sistema de Gestão de Compliance, estrutura de governança e papéis — incluindo a interface entre as funções de compliance, jurídico, DPO, CISO e alta liderança. Integração do SGCO com os sistemas de gestão ISO já existentes na organização.
SGCO · Governança · Integração ISOElaboração da política de compliance com foco em TI e IA, procedimentos operacionais para as obrigações de maior risco e controles preventivos e detectivos para cada categoria de obrigação identificada. Especificações técnicas para a equipe de TI implantar os controles que dependem de ajustes em sistemas.
Políticas · Controles preventivos · Especificações técnicasMapeamento específico das obrigações de compliance relacionadas ao uso de IA — PL 2338, AI Act para operações internacionais, diretrizes do BACEN e da ANPD, exigências contratuais de clientes sobre uso responsável de IA. Definição dos controles de compliance para cada sistema de IA em uso, integrados ao inventário da ISO 42001 quando existente.
PL 2338 · AI Act · BACEN IA · Controles de IAEstruturação do processo de monitoramento contínuo das obrigações — rastreamento de mudanças regulatórias, revisão periódica do compliance register e atualização dos controles. Relatórios de compliance para a alta liderança e o conselho, com evidências documentadas de conformidade para uso em auditorias e due diligence.
Monitoramento · Relatórios executivos · EvidênciasSetores regulados, empresas com operações digitais intensivas e organizações que já adotaram IA em processos críticos são os contextos onde o retorno do SGCO com foco em TI e IA é mais imediato.
Bancos, corretoras e plataformas financeiras com obrigações de compliance sobrepostas — BACEN, ANPD, CVM, COAF — onde grande parte dos controles exigidos envolve diretamente sistemas, dados e uso de IA em decisões de crédito, prevenção a fraudes e atendimento.
Hospitais, clínicas e operadoras de planos com obrigações da ANS, da LGPD e de acreditações setoriais que se traduzem em requisitos técnicos sobre prontuários eletrônicos, imagem médica, telemedicina e uso de IA em diagnóstico e triagem.
Concessionárias e prestadoras de serviços essenciais reguladas pela ANEEL, ANATEL e outras agências, com requisitos técnicos de segurança, continuidade e reporte que envolvem diretamente a infraestrutura de TI e OT.
Organizações que dependem de fornecedores de TI, SaaS e plataformas de IA para entregar seus serviços — onde o risco de compliance de terceiros precisa ser rastreado e controlado como parte do SGCO.
Empresas sujeitas simultaneamente à LGPD brasileira e ao GDPR europeu — ou que precisam demonstrar compliance com o AI Act para clientes e parceiros internacionais — onde um SGCO integrado evita duplicação de esforços.
Órgãos e empresas públicas com obrigações de transparência, controle interno e uso responsável de TI e IA — onde o SGCO documenta a conformidade com a Lei de Acesso à Informação, a LGPD e as diretrizes de governança digital do governo federal.
Não terceirizamos a entrega. Os sócios com CISSP, CDPSE e certificações ISO participam diretamente de cada projeto.
Os mesmos profissionais que assinam a proposta conduzem o projeto. Você fala diretamente com quem tem a expertise e a certificação.
Não vendemos tecnologia nem somos parceiros de fabricantes. Nossas especificações são neutras — focadas no que a norma exige, não no que gera comissão.
Desde 2015, com engajamentos em 8+ setores — do mercado financeiro à saúde e infraestrutura crítica.
Integramos capacitação e cultura de segurança à orientação técnica — para que sua equipe execute com convicção, não por obrigação.
Os sócios atuam em instituições de ensino como FGV, ABNT, Instituto Mauá de Tecnologia e TIExames, garantindo conhecimento técnico atualizado e em profundidade.
Cada serviço é construído para ser compatível com ISO 27701, 42001, 22301 e frameworks NIST — evitando retrabalho desde o início.
Em conformidade com o Código de Ética ISC2, preservamos a confidencialidade dos clientes. Os casos abaixo descrevem contextos e entregas reais.
Fale diretamente com nossos sócios. A conversa inicial é sem custo e sem compromisso — e já nos permite identificar as obrigações de maior risco no seu ambiente de TI e IA.