💬 Falar com um especialista
BACEN · LGPD · Fintech · Setor Financeiro · Segurança Digital

No setor financeiro, o canal é 100% digital. A superfície de ataque também.

Bancos digitais, fintechs e plataformas financeiras operam sem agência, sem atendimento presencial e sem papel — tudo acontece em aplicativos, APIs e interfaces digitais. Essa é a proposta de valor que conquistou milhões de clientes. É também a superfície de ataque que organizações criminosas exploram com engenharia social sofisticada, uso malicioso de IA generativa para deepfakes e clonagem de voz, fraudes em onboarding e ataques direcionados a APIs. O nível de segurança precisa ser proporcional ao nível de exposição. Ajudamos fintechs e empresas do setor financeiro a construir essa segurança — com a base técnica de quem viveu o setor por dentro: nossos sócios atuaram em segurança da informação e gestão de projetos no ABN AMRO Real, participaram da integração de sistemas e infraestrutura com o Santander e estiveram na linha de frente da automação de agências e da implantação do Internet Banking.

Quem conduz o projeto

🛡️
Sócio-Diretor
Carlos A. I. Bernardo
CISSP · MBA GRC · ISO 22301 LI
🔐
Sócio-Diretor
Rafael de Queiroz Batista
CDPSE · ISO 27701 LI · MSc FGV
10+ anos de projetos em campo
8+ setores atendidos
100% sócios em campo
Por que o setor financeiro é diferente

Nenhum outro setor combina tanto alvo com tanta exposição digital.

O setor financeiro concentra o que os atacantes querem — dinheiro e dados — em canais que são inteiramente digitais e acessíveis de qualquer lugar do mundo. A combinação de alto valor, alta digitalização e sofisticação crescente das ameaças cria um nível de pressão sobre segurança que não tem equivalente em outros setores.

🤖

IA generativa está transformando ataques de engenharia social

Deepfakes de vídeo e clonagem de voz com IA já estão sendo usados para enganar clientes e funcionários em processos de autenticação, aprovação de transações e suporte ao cliente. Phishing hiperpersonalizado gerado por LLMs, simulação de executivos em chamadas de vídeo e manipulação de processos de onboarding digital são ameaças reais e crescentes — que os controles tradicionais de segurança não foram desenhados para enfrentar.

📱

Canal 100% digital significa ausência de verificação presencial

Quando tudo acontece por aplicativo e API, a identidade do cliente é um conjunto de dados digitais — que pode ser falsificado, manipulado ou roubado. Fraude em onboarding digital, uso de identidades falsas para abertura de contas, Account Takeover (ATO) e golpes de engenharia social por WhatsApp são vetores de ataque que exploram diretamente a ausência de verificação presencial.

⚖️

Regulações do BACEN têm requisitos técnicos específicos e exigíveis

A Resolução CMN 4.893, a Circular BCB 3.909 e as normas complementares do BACEN estabelecem obrigações técnicas concretas — política de segurança cibernética, plano de ação e resposta a incidentes, requisitos para serviços em nuvem, gestão de terceiros e relatório anual de segurança. Descumpri-las em um processo de homologação ou em uma fiscalização tem consequências diretas na operação.

🔗

APIs são o perímetro — e o principal vetor de ataque

Fintechs e bancos digitais operam por APIs — com parceiros, com o Open Finance, com processadores de pagamento, com bureaus de crédito. Cada API é uma interface de ataque potencial. Segurança de APIs não é opcional nesse setor: é o controle mais crítico de toda a arquitetura, e frequentemente o mais negligenciado em empresas que cresceram rápido.

💾

Dados financeiros têm proteção reforçada na LGPD e no BACEN

Dados de movimentação financeira, histórico de crédito, dados biométricos de autenticação e informações de onboarding são tratados simultaneamente pela LGPD — como dados pessoais com ou sem sensibilidade reforçada — e pelas regulações do BACEN. A sobreposição regulatória exige controles técnicos que atendam aos dois marcos ao mesmo tempo.

🚀

Fintechs crescem rápido — a segurança nem sempre acompanha

Startups financeiras são construídas com foco em produto e crescimento. Segurança frequentemente começa como responsabilidade difusa — um pouco de TI, um pouco de desenvolvimento, ninguém claramente responsável. Quando a pressão regulatória chega — homologação BACEN, due diligence de investidor, exigência de parceiro bancário — a lacuna acumulada precisa ser endereçada em prazo curto.

Como atuamos

Orientamos os controles técnicos — sem operar seus sistemas ou atuar como advogados

Nossa atuação é técnica e consultiva. Avaliamos riscos, especificamos controles, mapeamos dados pessoais e orientamos as equipes de TI e desenvolvimento na implantação. Para ajustes em sistemas e infraestrutura, especificamos os requisitos ou elaboramos as RFPs. O lado jurídico da LGPD e a representação perante o BACEN ficam com o time jurídico ou com o escritório de advocacia parceiro.

🎯
O que fazemos

O que a IT SECURE faz

  • Diagnóstico de segurança frente às regulações do BACEN (CMN 4.893, BCB 3.909)
  • Avaliação de riscos cibernéticos com foco no modelo de negócio digital
  • Análise de segurança de APIs e arquitetura de integração
  • Mapeamento técnico de dados pessoais e financeiros por sistema e por fluxo
  • Diagnóstico de gaps frente à LGPD e aos requisitos técnicos do BACEN
  • Política de segurança cibernética no formato exigido pelo BACEN
  • Plano de Ação e Resposta a Incidentes (PARI) conforme regulação BACEN
  • Avaliação técnica de riscos em serviços de nuvem e terceiros
  • Especificação de controles para prevenção de fraude digital e engenharia social
  • Orientação técnica frente às ameaças de IA — deepfakes, clonagem de voz, phishing por LLM
  • Orientação em Privacy by Design para produtos financeiros digitais
  • RFPs para soluções técnicas de segurança quando necessário
  • Capacitação técnica de equipes de desenvolvimento, TI e produto
  • Relatório técnico de conformidade para homologação BACEN e due diligence
🔧
O que executa a equipe do cliente ou fornecedor contratado

O que fica com o jurídico e com as equipes técnicas

  • Implantação técnica dos controles especificados nas equipes de TI e desenvolvimento
  • Representação perante o BACEN em processos de homologação (jurídico)
  • Definição de bases legais e contratos com operadores de dados (jurídico)
  • Redação de políticas públicas de privacidade e termos de uso (jurídico)
  • Gestão do relacionamento regulatório com BACEN e ANPD (jurídico)
  • Desenvolvimento de funcionalidades de segurança nos produtos (engenharia)
💡
Por que esse modelo funciona: Conformidade no setor financeiro tem dimensão técnica e jurídica que precisam trabalhar juntas — mas cada uma no seu domínio. Cuidamos da parte técnica com a profundidade que ela exige. O relacionamento regulatório com o BACEN, a representação em processos de homologação e os contratos com parceiros financeiros ficam com o time jurídico especializado. Se a empresa não tem assessoria jurídica com experiência em regulação financeira e privacidade, podemos indicar parceiros de confiança.
Como atuamos

Do diagnóstico ao produto financeiro seguro e em conformidade

O ponto de partida depende do momento da empresa — uma fintech em processo de homologação tem urgências diferentes de um banco digital estabelecido que precisa atualizar sua postura de segurança. O processo se adapta, mas os elementos centrais são os mesmos.

01

Diagnóstico de segurança e conformidade regulatória

Avaliação do estado atual da organização frente às regulações do BACEN e aos requisitos técnicos da LGPD — política de segurança cibernética, plano de resposta a incidentes, gestão de terceiros e nuvem, controles de acesso e monitoramento. Identificação das lacunas prioritárias com base no estágio da empresa — homologação iminente, due diligence em andamento ou revisão de postura estabelecida.

CMN 4.893 · BCB 3.909 · Diagnóstico · Lacunas prioritárias
02

Avaliação de riscos com foco no modelo digital

Avaliação de riscos específica para o modelo de negócio 100% digital — ameaças a APIs, fraude em onboarding, Account Takeover, engenharia social com IA, ataques a canais de autenticação e riscos da cadeia de parceiros e processadores. O mapeamento considera os canais e os fluxos reais da empresa, não um template genérico de banco tradicional.

Ameaças digitais · APIs · Fraude · IA maliciosa
03

Mapeamento técnico de dados financeiros e pessoais

Identificação de todos os fluxos de dados pessoais e financeiros — onde são coletados, em quais sistemas ficam, quem acessa, com quais parceiros são compartilhados (processadores, bureaus, Open Finance) e por quanto tempo são retidos. O mapeamento técnico alimenta tanto a adequação à LGPD quanto a avaliação de riscos de privacidade exigida pelo BACEN.

ROPA técnico · Open Finance · Dados financeiros · LGPD
04

Política de segurança e documentação regulatória BACEN

Elaboração da Política de Segurança Cibernética no formato e com o conteúdo exigidos pela CMN 4.893 — incluindo os objetivos de segurança, os procedimentos e os controles de acesso, e os requisitos para contratação de serviços em nuvem e terceiros. Elaboração do Plano de Ação e Resposta a Incidentes (PARI) conforme exigência regulatória. Documentação que suporta tanto a homologação quanto eventuais fiscalizações.

Política de SI · PARI · CMN 4.893 · Homologação
05

Controles técnicos para ameaças digitais e uso malicioso de IA

Especificação de controles técnicos para os vetores de ataque específicos do setor financeiro digital — segurança de APIs (autenticação, rate limiting, detecção de anomalias), controles de onboarding digital, prevenção a Account Takeover, detecção de deepfakes e clonagem de voz em canais de atendimento, monitoramento de comportamento para detecção de fraude. Para cada controle: o que precisa ser feito, como e quem na equipe técnica executa.

API security · Anti-fraude · Deepfakes · ATO · Onboarding
06

Adequação técnica à LGPD com foco em produtos financeiros

Orientação em Privacy by Design para produtos financeiros digitais — minimização de dados coletados no onboarding, configurações default de privacidade, controles de retenção, gestão de consentimento para uso de dados em modelos de crédito e perfil de risco. Estruturação do processo técnico de resposta a incidentes de privacidade com notificação à ANPD em 72 horas. Tudo orientado pela ISO 27701 como framework de referência.

Privacy by Design · ISO 27701 · Onboarding · Crédito

O que está incluído

  • Diagnóstico frente à CMN 4.893 e BCB 3.909
  • Avaliação de riscos com foco no modelo digital
  • Mapeamento técnico de dados financeiros e pessoais
  • Política de Segurança Cibernética (formato BACEN)
  • Plano de Ação e Resposta a Incidentes (PARI)
  • Análise de segurança de APIs e integrações
  • Controles técnicos para deepfakes e engenharia social com IA
  • Orientação em Privacy by Design para produtos financeiros
  • Adequação técnica à LGPD com ROPA
  • RFPs para soluções técnicas quando necessário
  • Capacitação técnica de equipes de TI, produto e desenvolvimento
  • Relatório de conformidade para homologação e due diligence
⏱ Prazo médio 3 a 8 meses
Frameworks integrados
CMN 4.893BCB 3.909LGPDISO 27001ISO 27701NIST CSF 2.0OWASP API Security
Falar com um especialista →
Para quem é

Para empresas financeiras em qualquer estágio de crescimento

O setor financeiro tem o perfil de empresa mais diverso do conjunto de clientes da IT SECURE — de startups buscando homologação até plataformas estabelecidas revisando sua postura de segurança. O que todas têm em comum é a operação 100% digital e a pressão regulatória crescente.

🚀

Fintechs em processo de homologação BACEN

Startups financeiras que precisam demonstrar conformidade com as regulações do BACEN como condição para operar — política de segurança cibernética, PARI, requisitos de nuvem e terceiros. A preparação técnica é o que separa uma homologação aprovada de um processo que se arrasta por meses com solicitações de informação adicionais.

💳

Plataformas de pagamento e processadoras

Empresas de meios de pagamento com obrigações de segurança sobrepostas — BACEN, bandeiras de cartão (PCI DSS), LGPD e exigências de parceiros bancários — onde a integração de controles técnicos com múltiplos frameworks regulatórios exige orientação especializada.

🏦

Bancos digitais e instituições de crédito

Instituições financeiras digitais estabelecidas que precisam revisar e atualizar sua postura de segurança frente à evolução das ameaças — especialmente o uso malicioso de IA em fraudes, deepfakes em canais de atendimento e ataques sofisticados a APIs do Open Finance.

💼

Startups com produtos para o setor financeiro

Empresas de tecnologia que desenvolvem produtos para bancos, seguradoras e outras instituições financeiras — que precisam demonstrar para seus clientes institucionais que os sistemas têm os controles de segurança exigidos pelas regulações do BACEN e pela LGPD.

💰

Fintechs em due diligence de investimento ou M&A

Empresas em processo de captação de investimento ou aquisição onde a ausência de controles de segurança aparece como risco no relatório de due diligence — com impacto potencial no valuation, nas condições do aporte ou na viabilidade da operação.

🛡️

Empresas após incidente ou quase-incidente

Fintechs e plataformas financeiras que sofreram uma tentativa de ataque, uma fraude relevante ou um incidente de segurança — e querem transformar o aprendizado em estrutura técnica real, antes que o próximo evento seja mais grave.

Por que a IT SECURE

Por que a IT SECURE para o setor financeiro

Segurança no setor financeiro digital exige quem entenda tanto as regulações do BACEN quanto as ameaças específicas de um ambiente 100% digital — incluindo as novas ameaças criadas pelo uso malicioso de IA generativa.

Histórico comprovado de homologações no BACEN

A IT SECURE tem histórico real de projetos que resultaram em homologação pelo BACEN — conduzindo a avaliação de riscos cibernéticos, estruturando a documentação regulatória e orientando as adequações técnicas necessárias. A plataforma está em operação: o resultado foi alcançado.

Conhecimento das ameaças específicas do digital financeiro

Deepfakes de vídeo e clonagem de voz para burlar autenticação, phishing hiperpersonalizado por LLMs, Account Takeover em escala, fraude em onboarding com documentos gerados por IA — são ameaças que não existiam há três anos e que os controles tradicionais não cobrem. Nossa orientação técnica considera esse cenário atual.

Foco técnico — sem entrar no regulatório jurídico

Não somos advogados e não representamos empresas perante o BACEN ou a ANPD. Cuidamos dos controles técnicos com a profundidade necessária. O relacionamento regulatório, os contratos com parceiros financeiros e a estratégia jurídica de conformidade ficam com o time jurídico especializado. Cada especialidade no seu domínio — e os dois trabalhando juntos.

Sem conflito de interesse com fornecedores de tecnologia

Não somos parceiros de revendas de soluções de segurança, antifraude ou identidade digital. Nossas recomendações técnicas são orientadas pelo que a empresa precisa — não por produtos que teríamos interesse em empurrar. Quando indicamos soluções, elaboramos RFPs neutras que permitem avaliar o mercado com critérios técnicos objetivos.

Formados pelo setor financeiro — por dentro

Carlos Bernardo e Rafael Batista atuaram em segurança da informação e gestão de projetos de TI no ABN AMRO Real — um dos projetos mais complexos da história do setor financeiro brasileiro. Participaram da integração dos sistemas e da infraestrutura do ABN AMRO com o Santander após a aquisição. Carlos liderou projetos de automação de agências; juntos, Carlos e Rafael participaram da implantação do Internet Banking. Não é experiência de consultoria sobre o setor financeiro — é experiência vivida dentro dele.

Da grande instituição à fintech — conhecemos os dois mundos

A experiência no ABN AMRO e no Santander deu aos nossos sócios compreensão profunda de como grandes instituições financeiras estruturam segurança, governança e projetos críticos de TI. A atuação nos últimos anos com fintechs em processo de homologação e crescimento acelerado completou essa visão — sabemos o que funciona em escala e o que precisa ser adaptado para o ritmo e a cultura de uma startup financeira.

Experiência comprovada

Projetos conduzidos em contextos reais

Em conformidade com o Código de Ética ISC2, preservamos a confidencialidade dos clientes.

💳 Serviços Financeiros · Fintech Inovadora

Avaliação de riscos cibernéticos e adequação técnica aos requisitos do BACEN para plataforma inovadora de serviços financeiros — homologada e em operação

BACENCMN 4.893Risk AssessmentHomologaçãoFintech
🏦 Serviços Financeiros · Banco de Médio Porte

Reestruturação da área de segurança da informação, gestão interina durante vacância de CISO e apoio na seleção do novo executivo — com conformidade às regulações BACEN

BACENReestruturaçãoInterim CISOISO 27001Conformidade Regulatória
🧩 Multissetorial · Privacidade e LGPD

Projetos de adequação técnica à LGPD para empresas do setor financeiro — mapeamento de dados financeiros e pessoais, controles técnicos e treinamentos em privacidade

LGPDISO 27701Setor FinanceiroDados FinanceirosTreinamentos
Ver todos os cases →
Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

O que o BACEN exige tecnicamente em termos de segurança cibernética?
A Resolução CMN 4.893 e a Circular BCB 3.909 estabelecem que as instituições financeiras devem ter: uma Política de Segurança Cibernética documentada e aprovada pela diretoria; um Plano de Ação e Resposta a Incidentes (PARI); procedimentos para gestão de incidentes; requisitos específicos para contratação de serviços em nuvem e gestão de terceiros; e a obrigação de reportar incidentes relevantes ao BACEN. A norma também exige que a política considere os riscos específicos da instituição — o que torna um template genérico insuficiente para uma homologação bem-sucedida.
Como os deepfakes e o uso malicioso de IA afetam a segurança de fintechs?
De formas cada vez mais concretas. Deepfakes de vídeo já foram usados para burlar processos de autenticação biométrica em onboarding digital. Clonagem de voz com IA está sendo usada em ataques de engenharia social contra funcionários de áreas financeiras — simulando executivos solicitando transferências urgentes. Phishing gerado por LLMs é hiperpersonalizado e muito mais convincente do que os ataques genéricos de anos atrás. E modelos de IA estão sendo usados para automatizar tentativas de Account Takeover em escala. Os controles técnicos precisam evoluir na mesma velocidade que as ameaças — e a maioria das políticas de segurança ainda não contempla esses vetores.
Qual a diferença entre adequação à LGPD e conformidade com as regulações do BACEN para privacidade?
São obrigações complementares com focos distintos. A LGPD regula o tratamento de dados pessoais em geral — bases legais, direitos dos titulares, proteção técnica e notificação de incidentes à ANPD. As regulações do BACEN que tratam de privacidade — como a Resolução BCB 97 — focam especificamente no sigilo de dados financeiros e nas condições de compartilhamento via Open Finance. Na prática, uma fintech precisa atender aos dois marcos simultaneamente, com controles técnicos que satisfaçam ambos. Mapeamos as sobreposições e especificamos controles que atendam aos dois sem duplicar esforços.
Nossa fintech está em processo de homologação BACEN. Por onde começar?
Pelo diagnóstico de conformidade frente às exigências técnicas da CMN 4.893 — que é o que o BACEN vai avaliar. O diagnóstico identifica as lacunas entre o que a empresa tem e o que a norma exige, e produz um plano de ação priorizado pelo que precisa estar pronto para a homologação. Os dois entregáveis mais críticos para o processo são a Política de Segurança Cibernética e o PARI — e eles precisam refletir os riscos reais da instituição, não ser documentos genéricos. A partir daí, orientamos a implantação dos controles técnicos faltantes no prazo disponível.
Como tratar a segurança de APIs no contexto do Open Finance?
Open Finance expande significativamente a superfície de ataque de qualquer instituição participante — cada API exposta é um vetor de ataque potencial. Os controles essenciais incluem autenticação forte (OAuth 2.0 com PKCE), rate limiting e detecção de anomalias por padrão de uso, monitoramento de tentativas de enumeração e scraping, validação rigorosa de inputs e logs de auditoria de todas as chamadas. Além da segurança técnica das APIs, o modelo de consentimento do Open Finance cria obrigações de privacidade específicas que precisam ser refletidas nos controles técnicos do produto.
A IT SECURE pode nos ajudar com PCI DSS além do BACEN e da LGPD?
O PCI DSS é um framework de segurança para dados de cartão gerenciado pelas bandeiras — com processo de certificação conduzido por QSAs (Qualified Security Assessors) credenciados. Nossa atuação técnica é compatível com os requisitos do PCI DSS — avaliação de riscos, controles de acesso, segmentação de rede, gestão de vulnerabilidades — e a documentação que produzimos pode ser usada como insumo para o processo de certificação PCI. Para a certificação formal, porém, o engajamento de um QSA credenciado é necessário.

O setor financeiro digital não tolera segurança de segunda linha.

Fale diretamente com nossos sócios. A conversa inicial é sem custo e sem compromisso — e já nos permite entender o momento da sua empresa e identificar as lacunas técnicas mais críticas frente às regulações do BACEN e às ameaças do ambiente digital financeiro.

Diagnóstico inicial sem custo
Experiência comprovada em homologações BACEN
Contato direto com sócios CISSP e CDPSE
Fale com nossos sócios
Contato direto — sem formulários, sem triagem
✉️
E-mail
contato@itsecure.com.br
🔒 Suas informações são tratadas com sigilo absoluto — em conformidade com a LGPD e com nossos próprios padrões de privacidade.