Cada vez mais empresas descobrem que precisam de seguro cibernético — e descobrem ao mesmo tempo que não conseguem contratá-lo porque não têm os controles básicos que as seguradoras exigem. Não é rejeição definitiva: é um diagnóstico. As seguradoras estão dizendo exatamente o que precisa ser feito para que a apólice seja viável. Ajudamos a fazer isso — de forma proporcional ao porte da sua empresa, sem exagero e com foco no resultado: o seguro contratado.
Quem conduz o projeto
Depois de anos de sinistros expressivos — ransomware, vazamentos de dados, fraudes — as seguradoras endureceram os critérios de aceitação de risco. Hoje, contratar um seguro cibernético sem controles básicos implantados é cada vez mais difícil. E quando a apólice é emitida sem esses controles, as exclusões de cobertura podem torná-la inútil justamente quando mais importa.
Os formulários de underwriting das seguradoras perguntam sobre MFA, backup, EDR, segmentação de rede, gestão de patches e resposta a incidentes — não por burocracia, mas porque esses controles são os que efetivamente reduzem a probabilidade e o impacto de sinistros. Responder 'não' a muitos desses itens resulta em recusa ou em prêmio proibitivo.
Apólices cibernéticas têm cláusulas de cobertura condicionadas à manutenção dos controles declarados no questionário. Uma empresa que declara ter MFA e backup testado — sem tê-los de fato — pode ter o sinistro recusado. A preparação técnica protege tanto na contratação quanto na hora de acionar a apólice.
Não é só sobre conseguir ou não conseguir a apólice. Empresas com controles bem documentados conseguem prêmios menores, limites de cobertura maiores e condições mais favoráveis de franquia e exclusão. O investimento na preparação técnica frequentemente se paga na redução do custo do seguro ao longo do tempo.
Seguradoras não esperam que uma empresa de 50 funcionários tenha o mesmo nível de maturidade de segurança de um banco. Os controles básicos que viabilizam a contratação de uma apólice adequada ao porte da empresa são acessíveis — e, na maioria dos casos, já deveriam estar implantados independentemente do seguro.
O corretor de seguros é o especialista na apólice: cobertura, limites, franquias, exclusões e negociação com a seguradora. Nós somos o especialista técnico: o que precisa estar implantado para que a apólice seja aprovada e para que a cobertura seja real. Os dois papéis são complementares — e nenhum substitui o outro.
Os controles que as seguradoras exigem não foram inventados para o seguro — são as práticas básicas de segurança da informação que qualquer organização deveria ter. A preparação para o seguro cibernético é também a estruturação mínima de segurança que protege a empresa independentemente de ter ou não uma apólice.
Nossa atuação é técnica: avaliamos os controles existentes, identificamos as lacunas frente ao que as seguradoras exigem, orientamos a equipe de TI na implantação e documentamos o que foi feito. A apólice em si — escolha da seguradora, negociação de condições, análise de cobertura — fica com o corretor de seguros. Não operamos sistemas nem mexemos diretamente na infraestrutura.
O processo é direto — começamos pelo que a seguradora pediu e trabalhamos de trás para frente: o que falta, o que é mais urgente e o que é viável implantar no prazo disponível.
O ponto de partida é o questionário de underwriting da seguradora — ou, se a empresa ainda não tem um, um diagnóstico frente aos controles mais exigidos pelo mercado de cyber insurance. Mapeamos o que existe, o que está declarado mas não está implantado de fato, e o que está ausente. O resultado é uma lista clara de lacunas, ordenadas por impacto na aprovação da apólice.
Questionário · Diagnóstico · Lacunas identificadasNem toda lacuna tem o mesmo peso para a seguradora — e nem toda lacuna pode ser resolvida no mesmo prazo. Priorizamos o que, se implantado, viabiliza a aprovação da apólice com maior probabilidade, e separamos o que pode ser endereçado em um segundo momento sem comprometer a cobertura imediata.
Priorização · Viabilidade · Prazo realistaPara cada controle prioritário, especificamos o que precisa ser feito e como — em linguagem que a equipe de TI ou o provedor de serviços gerenciados (MSP) da empresa consiga executar. Quando o controle exige uma ferramenta que a empresa não tem, avaliamos as opções disponíveis no mercado e, se necessário, elaboramos a RFP para contratação.',
Especificação técnica · RFP · Orientação ao time de TIAcompanhamos a implantação dos controles — verificando se o que foi especificado foi executado corretamente e se os controles estão funcionando como esperado. Não operamos os sistemas: validamos se o que a equipe de TI ou o MSP implementou atende ao que a seguradora precisa ver.
Validação · Sem operar sistemas · Garantia de conformidadeAo final, produzimos a documentação técnica dos controles implantados — evidências que suportam as respostas ao questionário de underwriting e que podem ser apresentadas à seguradora durante o processo de aprovação ou em caso de sinistro. Documentação bem feita é o que diferencia uma apólice aprovada com boas condições de uma apólice com exclusões problemáticas.
Evidências · Documentação · Questionário respondidoO seguro cibernético é renovado anualmente — e o questionário é preenchido novamente a cada renovação. Controles que existiam precisam continuar existindo, e seguradoras podem atualizar seus critérios. Oferecemos apoio recorrente para manter os controles documentados, atualizados e alinhados com as exigências da apólice ao longo do tempo.
Renovação anual · Manutenção de controles · Apoio recorrenteO perfil mais comum é uma empresa que cresceu, percebeu que precisa de seguro cibernético e descobriu que não tem os controles básicos que as seguradoras exigem. Mas há outros caminhos que levam até aqui.
A seguradora ou o corretor informou que a empresa não atende aos requisitos mínimos de segurança para emissão da apólice. O diagnóstico técnico mostra o que precisa ser feito para reverter essa situação.
A apólice foi aprovada, mas com prêmio muito alto, franquia elevada ou exclusões que praticamente anulam a cobertura — reflexo de uma avaliação de risco desfavorável pela seguradora. Melhorar os controles pode mudar significativamente as condições na próxima renovação.
A empresa quer contratar o seguro mas não sabe como responder ao questionário técnico — ou percebeu que as respostas honestas resultarão em recusa. A preparação antecipada garante que o questionário seja respondido com base em controles reais.
Na renovação anual, a seguradora atualizou os requisitos e a empresa não atende mais aos novos critérios. Ou a empresa mudou — cresceu, migrou para a nuvem, adotou novos sistemas — e o perfil de risco mudou junto.
Um contrato relevante inclui a exigência de apólice de seguro cibernético como condição. A empresa precisa contratar o seguro para manter ou expandir a relação comercial — e precisa dos controles para conseguir a apólice.
A empresa ainda não iniciou o processo de contratação do seguro mas quer chegar bem preparada — para ter mais opções, melhores condições e a tranquilidade de que os controles declarados são reais.
A preparação técnica para seguro cibernético exige alguém que entenda tanto o que as seguradoras estão pedindo quanto o que os controles técnicos significam na prática. São dois domínios distintos — e precisam se traduzir um no outro.
Os questionários de underwriting de cyber insurance convergem para um conjunto de controles bem definido — derivado dos frameworks CIS Controls e NIST CSF. Nossa familiaridade com esses frameworks nos permite traduzir o que a seguradora pergunta em ações técnicas concretas para a equipe de TI.
Não construímos um programa de segurança da informação de três anos quando o objetivo é contratar o seguro em dois meses. O escopo é proporcional à necessidade — priorizamos o que desbloqueará a aprovação da apólice e documentamos adequadamente para que a cobertura seja real.
Não somos corretores de seguros, não temos parceria comercial com seguradoras e não recebemos comissão por indicações. Nossa recomendação técnica é orientada exclusivamente pelo interesse da empresa cliente — não pela preferência de nenhuma seguradora.
Uma empresa de 30 funcionários não precisa do mesmo nível de controles de uma instituição financeira para conseguir uma apólice adequada ao seu porte. Calibramos as recomendações para a realidade da organização — o que é suficiente para o seguro que a empresa precisa, não o máximo possível.
A diferença entre ter um controle e conseguir provar que tem um controle é toda a diferença em um processo de underwriting ou de sinistro. Produzimos a documentação técnica no formato que as seguradoras precisam ver — evidências concretas, não declarações genéricas.
Carlos Bernardo (CISSP, MBA GRC) e Rafael Batista (CDPSE, MSc FGV) conduzem diretamente o diagnóstico, a orientação técnica e a documentação. Não há consultor intermediário entre a empresa e quem tem a expertise.
Em conformidade com o Código de Ética ISC2, preservamos a confidencialidade dos clientes.
Fale com nossos sócios. A conversa inicial é sem custo e sem compromisso — e já nos permite entender onde estão as lacunas e o que precisa ser feito para que a apólice seja aprovada.