💬 Falar com um especialista
Por onde começar · Sem exagero · No seu ritmo

Sua empresa cresceu. Agora a segurança da informação precisa crescer junto.

Há um momento na vida de toda empresa em que a segurança da informação deixa de ser um problema futuro e vira uma necessidade presente. Pode ser um grande cliente que pediu evidências de controles. Pode ser um investidor que quer ver maturidade antes de aportar. Pode ser um incidente que aconteceu e mostrou onde as lacunas estão. Ou pode ser simplesmente a percepção de que a empresa cresceu demais para continuar operando sem uma estrutura formal. Seja qual for o motivo, o próximo passo é o mesmo: entender onde você está e o que faz sentido construir — no ritmo certo para o seu momento.

Quem conduz o projeto

🛡️
Sócio-Diretor
Carlos A. I. Bernardo
CISSP · MBA GRC · ISO 22301 LI
🔐
Sócio-Diretor
Rafael de Queiroz Batista
CDPSE · ISO 27701 LI · MSc FGV
10+ anos de projetos em campo
8+ setores atendidos
100% sócios em campo
Quando isso acontece

Existem vários caminhos que levam até essa conversa.

Não existe um único perfil de empresa que chega até aqui — nem um único gatilho. O que todas têm em comum é que chegaram a um ponto em que a ausência de uma estrutura formal de segurança da informação passou a custar mais do que construí-la.

🏢

Um cliente grande pediu evidências de segurança

Contratos com grandes corporações, com o setor público ou com empresas multinacionais frequentemente incluem questionários de segurança, exigência de certificações ou auditorias de fornecedor. É uma das situações mais comuns — e uma das mais construtivas, porque a demanda externa cria o impulso interno para fazer o que já deveria ter sido feito.

💼

Investidores ou conselho querem ver maturidade

Em rodadas de investimento, processos de M&A e due diligence, a ausência de controles básicos de segurança da informação aparece como risco no relatório — e pode comprometer valuation, condições ou até a viabilidade da operação. Estruturar segurança nesse contexto é também uma questão de governança corporativa.

📈

A empresa cresceu e os controles informais não escalam

O que funcionava quando eram dez pessoas não funciona quando são cem. Dados de clientes em planilhas compartilhadas, acessos sem controle, processos que dependem de pessoas específicas, backups que nunca foram testados — são sinais de que a empresa saiu da fase em que improviso resolve.

🔒

Houve um incidente — e ele mostrou onde estão as lacunas

Um ransomware, um vazamento de dados, uma indisponibilidade prolongada, uma fraude interna. Incidentes doem — mas são também o diagnóstico mais honesto que uma organização pode receber sobre onde seus controles são insuficientes. Estruturar segurança depois de um incidente não é reação tardia: é aprendizado aplicado.

⚖️

A LGPD ou uma regulação setorial passou a cobrar

A Lei Geral de Proteção de Dados existe desde 2020 e tem fiscalização ativa. Regulações do BACEN, da ANS e de outros órgãos setoriais têm requisitos técnicos de segurança. Chegar a uma situação de fiscalização sem controles básicos implantados é um risco evitável — e que pode ser endereçado de forma gradual e proporcional.

🧭

A liderança percebeu e quer fazer do jeito certo

Às vezes não há um evento específico — há uma percepção crescente de que segurança da informação é uma responsabilidade que a empresa ainda não assumiu formalmente. Esse é talvez o melhor momento para começar: sem pressão de crise, com espaço para planejar e construir no ritmo adequado.

Como podemos ajudar

Um caminho claro, sem mais do que o necessário

Não existe uma resposta única para o que sua empresa precisa em segurança da informação — depende do tamanho, do setor, dos riscos reais e do momento. O que existe é um processo para descobrir isso juntos e construir o que faz sentido, na sequência certa.

01

Entender onde você está

Antes de qualquer recomendação, precisamos entender a realidade da sua organização — o que já existe, mesmo que informal, o que os clientes e reguladores estão pedindo, quais são os ativos mais críticos e onde estão as lacunas mais relevantes. Fazemos isso por meio de um diagnóstico estruturado: conversas com a liderança e as equipes técnicas, análise dos processos existentes e avaliação frente a um conjunto de controles básicos adequados ao porte e ao setor da empresa.

Diagnóstico · Sem julgamento · Ponto de partida real
02

Definir o que faz sentido construir — e em que ordem

Segurança da informação não se constrói de uma vez — e tentar fazer tudo ao mesmo tempo é o caminho mais rápido para não fazer nada bem. Com base no diagnóstico, definimos um roadmap pragmático: o que precisa ser feito agora porque o risco é real e imediato, o que pode ser construído nos próximos meses e o que é para o médio prazo quando a organização tiver mais maturidade. Sem exagero, sem vender mais do que o necessário.

Roadmap · Priorização por risco real · Sem exagero
03

Estruturar os primeiros controles com o que você tem

Os primeiros controles de segurança da informação não precisam ser caros nem complexos — precisam ser adequados ao risco real da organização. Orientamos a estruturação dos controles básicos: política de segurança, gestão de acessos, gestão de ativos, proteção de dados críticos, processo básico de resposta a incidentes. Especificamos o que precisa ser feito, orientamos a equipe de TI na execução e, quando necessário, elaboramos RFPs para a contratação de ferramentas ou serviços.

Controles básicos · Proporcional ao risco · Orientação técnica
04

Definir se e quando faz sentido uma área formal

Estruturar segurança da informação não significa necessariamente criar uma área dedicada imediatamente. Dependendo do porte, pode fazer mais sentido começar com um responsável interno de jornada parcial, uma função de CISO fracionário ou uma combinação de controles básicos gerenciados pela TI com apoio consultivo externo. Ajudamos a avaliar as opções e a tomar essa decisão com base na realidade da organização — não em um modelo genérico.

CISO fracionário · Área dedicada · Modelo adequado ao porte
05

Apoio na jornada — no ritmo que faz sentido

Depois do diagnóstico e dos primeiros passos, muitas organizações optam por manter um apoio consultivo recorrente — para acompanhar a evolução dos controles, orientar decisões técnicas ao longo do tempo, avaliar novos riscos e preparar a organização para as exigências que virão. Esse apoio pode ser intenso no início e ir reduzindo conforme a capacidade interna cresce — ou pode evoluir para um projeto de certificação ISO quando o momento for adequado.

Apoio recorrente · Evolução gradual · No seu ritmo
06

Preparar para o que os clientes e reguladores pedem

Se há uma exigência específica que motivou esta conversa — um questionário de fornecedor, uma auditoria prevista, uma certificação solicitada por cliente, um requisito regulatório — orientamos diretamente o que precisa ser feito para atender aquela demanda, no prazo disponível e com os recursos da organização. Sem fazer mais do que o necessário, mas sem deixar lacunas que comprometam a resposta.

Demanda específica · Prazo real · Sem lacunas

O que você pode esperar

  • Diagnóstico honesto — sem alarmismo, sem exagero
  • Roadmap proporcional ao porte e ao risco real
  • Orientação técnica sobre o que construir e como
  • Especificação de controles para a equipe de TI implantar
  • RFPs para ferramentas e serviços quando necessário
  • Avaliação do modelo de governança adequado ao momento
  • Apoio na resposta a demandas de clientes e reguladores
  • Conduzido pelos próprios sócios da IT SECURE
  • Presencial, remoto ou híbrido — conforme preferência
  • Sem compromisso de longo prazo além do acordado
⏱ Do diagnóstico ao roadmap 2 a 4 semanas
Frameworks integrados
NIST CSF 2.0CIS ControlsISO 27001LGPDISO 27005
Falar com um especialista →
Para quem é

Para empresas em qualquer um desses momentos

O perfil mais comum não é a empresa negligente — é a empresa que cresceu mais rápido do que seus processos internos conseguiram acompanhar. Isso acontece nos melhores negócios.

🚀

Startups e scale-ups em crescimento

Empresas que saíram da fase de produto-mercado e estão escalando operações, contratando mais gente, integrando mais sistemas e atraindo clientes maiores — que naturalmente passam a exigir mais. É o momento em que a informalidade que funcionou até aqui começa a criar riscos reais.

🏭

Empresas tradicionais em transformação digital

Negócios estabelecidos que estão digitalizando processos, migrando para a nuvem, integrando sistemas legados ou expandindo canais digitais — e percebem que a transformação tecnológica criou uma superfície de risco que os controles existentes não cobrem.

🤝

Empresas entrando em cadeias de fornecimento corporativas

Fornecedores que receberam questionários de segurança de um cliente grande e precisam demonstrar controles mínimos — seja para manter o contrato existente, seja para viabilizar uma expansão da relação comercial.

💰

Empresas em processo de captação ou M&A

Organizações que estão passando por due diligence de investidores, processos de fusão ou aquisição — onde a ausência de controles de segurança aparece como risco no relatório e pode afetar o resultado da operação.

🔄

Empresas que sofreram um incidente recente

Organizações que passaram por um ransomware, um vazamento de dados, uma fraude interna ou uma indisponibilidade grave — e querem transformar o aprendizado doloroso em estrutura real, sem dramatizar o passado e sem procrastinar o futuro.

🧭

Lideranças que decidiram estruturar antes de precisar

CIOs, CTOs e diretores que perceberam a lacuna e querem agir de forma proativa — antes que um cliente exija, antes que um regulador fiscalize, antes que um incidente force. Esse é o momento mais tranquilo e mais eficiente para construir.

Por que a IT SECURE

Por que a IT SECURE para este momento

Empresas que estão começando não precisam de consultores que vendem complexidade — precisam de parceiros que ajudem a construir o que é necessário, sem mais e sem menos.

Diagnóstico honesto, sem agenda comercial oculta

Não vendemos tecnologia, não somos parceiros de fabricantes e não ganhamos comissão por indicações. Nossa recomendação é o que a organização precisa — não o que maximiza o escopo do projeto. Se a resposta for 'comece por aqui e isso é suficiente por enquanto', é isso que diremos.

Experiência com organizações em diferentes estágios

Já trabalhamos com startups em fase inicial de estruturação e com grandes corporações em projetos de maturidade avançada. Sabemos calibrar a profundidade e a sofisticação da abordagem para o porte e o momento real da organização — sem trazer a burocracia de uma empresa de 10.000 funcionários para uma de 80.

Linguagem acessível, sem jargão desnecessário

Segurança da informação tem vocabulário técnico extenso — e consultores que o usam sem necessidade criam distância, não valor. Traduzimos o técnico para a linguagem da liderança e do negócio, porque decisões boas só acontecem quando quem decide entende o que está sendo decidido.

Sócios em campo desde o primeiro dia

Carlos Bernardo (CISSP, MBA GRC) e Rafael Batista (CDPSE, MSc FGV) conduzem diretamente cada engajamento — não há consultores juniores intermediando. Para uma empresa que está construindo uma relação de confiança com segurança da informação pela primeira vez, isso faz diferença.

Sem vender mais do que o momento pede

É tentador — para uma consultoria — recomendar ISO 27001 para uma empresa que precisa de controles básicos, ou sugerir um programa completo quando um diagnóstico e um roadmap já resolveriam. Não fazemos isso. O projeto começa pelo tamanho certo para o momento — e cresce quando a organização estiver pronta.

Presencial ou remoto, com a mesma atenção

Atendemos organizações em São Paulo e em todo o Brasil — presencialmente quando faz sentido, remotamente quando é mais eficiente. Para empresas que estão começando, a maioria das etapas funciona muito bem de forma remota, sem custo de deslocamento e sem impacto na rotina das equipes.

Experiência comprovada

Organizações que passaram por momentos parecidos

Em conformidade com o Código de Ética ISC2, preservamos a confidencialidade dos clientes. Os casos abaixo descrevem contextos e entregas reais.

🍽️ Alimentação · Indústria

Programa de mentoria e capacitação para equipe de TI em segurança da informação — construindo capacidade interna de gestão a partir de uma estrutura informal

Capacitação InternaEstruturaçãoPeople CentricMentoria Técnica
🌾 Fundos de Investimento · Agronegócio

Estabelecimento de padrões mínimos de segurança da informação para fundo de investimento e orientação às empresas investidas no processo de adequação

Padrões MínimosEstruturaçãoPortfólioGovernança
💳 Serviços Financeiros · Fintech

Estruturação de controles de segurança da informação e conformidade regulatória para plataforma inovadora em processo de homologação pelo BACEN

EstruturaçãoBACENConformidadeFintechHomologação
Ver todos os cases →
Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Nossa empresa é pequena. Vale a pena investir em consultoria de segurança agora?
Depende — e essa é a resposta honesta. Se há dados de clientes, sistemas críticos para a operação ou exigências de clientes e reguladores, sim: o investimento em estruturação básica é menor do que o custo de um incidente ou da perda de um contrato importante. Se a empresa está em fase muito inicial, com poucos dados sensíveis e sem pressão externa, pode ser mais adequado começar com orientações básicas antes de qualquer projeto formal. A conversa inicial é sem custo justamente para fazer essa avaliação juntos.
Por onde começar quando não temos nada estruturado?
Pelo diagnóstico — sempre. Sem entender o que existe, o que é crítico e o que os stakeholders estão pedindo, qualquer recomendação é genérica demais para ser útil. O diagnóstico não precisa ser longo: em duas a quatro semanas conseguimos ter uma visão clara do ponto de partida e do que faz sentido construir primeiro. É daí que sai o roadmap — com prioridades reais, não uma lista de tudo que existe em segurança da informação.
Precisamos necessariamente buscar uma certificação ISO?
Não necessariamente — e muitas vezes não é o ponto de partida mais adequado. Certificações ISO fazem sentido quando a organização já tem uma base de controles implantados e precisa de reconhecimento formal — seja por exigência de cliente, por decisão estratégica ou por maturidade acumulada. Para uma empresa estruturando segurança pela primeira vez, o mais eficiente é construir os controles certos primeiro e avaliar a certificação quando a base estiver sólida. Esse caminho também produz certificações mais robustas — não apenas documentação criada para passar em auditoria.
Precisamos contratar um profissional de segurança antes de chamar a consultoria?
Não. A consultoria pode ajudar exatamente a responder essa pergunta — se a organização precisa de um profissional interno, qual deveria ser o perfil, em qual momento faz sentido contratar e o que deve ser gerenciado internamente vs. externamente. Para muitas empresas em fase de estruturação, a combinação de um responsável interno de tempo parcial com apoio consultivo externo é mais eficiente do que uma contratação sênior imediata.
Como funciona o apoio depois do diagnóstico inicial?
O formato depende do que fizer sentido para a organização. Pode ser um projeto com escopo definido — implantação dos primeiros controles, estruturação de um processo específico, preparação para uma auditoria. Pode ser um apoio consultivo recorrente — reuniões mensais para acompanhar a evolução, orientar decisões e responder às demandas que forem surgindo. Ou pode ser pontual — o diagnóstico e o roadmap são entregues e a organização segue sozinha por um período. Não há compromisso além do que for acordado.
Sofremos um incidente recente. É muito cedo para chamar uma consultoria?
Não — é o momento certo. Logo após um incidente, a organização tem clareza sobre o que falhou, a liderança tem atenção ao tema e há disposição para agir. Esse é o contexto mais favorável para estruturar segurança de forma real — porque as decisões são tomadas com base em evidências concretas, não em ameaças abstratas. Começamos pelo entendimento do que aconteceu e do que o incidente revelou sobre as lacunas existentes, e construímos a partir daí.

Todo começo tem um primeiro passo.

Fale com nossos sócios. A conversa inicial é sem custo, sem compromisso e sem julgamento — serve para entender onde sua organização está e o que faz sentido como próximo passo. Nada mais do que isso por enquanto.

Conversa inicial sem custo e sem compromisso
Sem julgamento sobre o ponto de partida
Recomendação proporcional ao seu momento
Fale com nossos sócios
Contato direto — sem formulários, sem triagem
✉️
E-mail
contato@itsecure.com.br
🔒 Suas informações são tratadas com sigilo absoluto — em conformidade com a LGPD e com nossos próprios padrões de privacidade.