Ferramentas de IA generativa, automação de processos e sistemas de decisão baseados em modelos já estão no dia a dia das organizações — muitas vezes sem políticas, sem avaliação de riscos e sem controles. A ISO 42001 estrutura um Sistema de Gestão de IA (SGAI) para que a adoção de IA seja responsável, segura e auditável. Sócios com experiência em NIST AI RMF e ISO 42001 em campo.
Quem conduz o projeto
A adoção de IA nas organizações costuma avançar mais rápido do que a capacidade de avaliar seus riscos. Viés algorítmico, vazamento de dados confidenciais em ferramentas externas, decisões automatizadas sem supervisão humana e conformidade regulatória são problemas reais — e crescentes.
Colaboradores que inserem dados de clientes, estratégias de negócio ou informações pessoais em ferramentas de IA generativa criam riscos de privacidade e segurança que a maioria das organizações ainda não mapeou nem controla.
O AI Act europeu, o Executive Order americano e o PL 2338 brasileiro estabelecem obrigações para quem desenvolve ou usa sistemas de IA de alto risco. A ISO 42001 é o framework de gestão reconhecido internacionalmente para demonstrar conformidade com esses marcos regulatórios.
Sistemas de IA usados em crédito, contratação, saúde e segurança pública tomam decisões que afetam pessoas. Sem governança, viés algorítmico e falta de explicabilidade criam riscos legais, reputacionais e éticos que as organizações precisam gerenciar ativamente.
Contratos de fornecimento de sistemas com IA, processos de due diligence e onboarding de clientes corporativos começam a incluir perguntas sobre governança de IA — políticas de uso, avaliação de riscos e supervisão humana.
A ISO 42001 foi projetada para se integrar ao ecossistema de normas ISO — organizações com ISO 27001 ou ISO 27701 podem estender sua estrutura de gestão para cobrir os riscos específicos de IA com esforço incremental.
Sistemas de IA mais autônomos — que executam ações em cadeia, interagem com APIs e tomam decisões sem intervenção humana direta — ampliam significativamente os riscos operacionais, de segurança e de conformidade. Governança precisa acompanhar essa evolução.
Estruturamos o SGAI, conduzimos a avaliação de riscos dos sistemas de IA em uso e em desenvolvimento, e elaboramos as políticas e controles de governança. Para ajustes técnicos nos sistemas — configuração de logs, controles de acesso, mecanismos de supervisão — orientamos as equipes de TI e desenvolvimento ou especificamos os requisitos.
A maioria das organizações não sabe exatamente quais sistemas de IA estão em uso, quem os aprovou e quais riscos apresentam. O ponto de partida é sempre o inventário — sem ele, qualquer política de governança de IA é incompleta.
Levantamento de todos os sistemas, ferramentas e modelos de IA em uso ou em desenvolvimento na organização — incluindo ferramentas de IA generativa adotadas individualmente por colaboradores. Classificação por nível de risco com base nos critérios da ISO 42001 e do NIST AI RMF.
Inventário · Classificação de risco · NIST AI RMFAvaliação do estado atual da organização frente aos requisitos da ISO 42001. Para sistemas de alto risco, condução da Avaliação de Impacto de IA (AIIA) — identificando riscos de viés, opacidade, privacidade, segurança e impacto em direitos fundamentais.
AIIA · Análise de gaps · Alto riscoDefinição do escopo do Sistema de Gestão de IA, estrutura de governança e responsabilidades. Elaboração da Política de Uso Responsável de IA — com diretrizes por categoria de sistema, processo de aprovação para novos sistemas e critérios de uso inaceitável.
SGAI · Política de IA · GovernançaDefinição e especificação dos controles para cada categoria de risco identificada — supervisão humana, explicabilidade, rastreabilidade, qualidade de dados, gestão de viés e mecanismos de contestação de decisões automatizadas. Especificações técnicas para as equipes de desenvolvimento e TI.
Controles · Supervisão humana · ExplicabilidadeAvaliação dos riscos introduzidos por modelos e plataformas de IA de terceiros — APIs de LLMs, plataformas de automação, ferramentas de análise preditiva. Elaboração de cláusulas contratuais e processo de due diligence para fornecedores de IA.
Third-party AI · Due diligence · ContratosTreinamentos por público — liderança, equipes técnicas e usuários de negócio — com foco nos riscos reais do uso corporativo de IA. Definição do processo de monitoramento contínuo dos sistemas, revisão periódica do inventário e ciclo de melhoria do SGAI.
Capacitação · Monitoramento · Ciclo de melhoriaA ISO 42001 é relevante tanto para quem desenvolve sistemas de IA quanto para quem os utiliza — especialmente em decisões que afetam pessoas ou em contextos regulados.
Bancos e plataformas que usam IA em análise de crédito, detecção de fraudes, onboarding e atendimento ao cliente — onde decisões automatizadas afetam diretamente os clientes e estão sob escrutínio regulatório crescente do BACEN e da ANPD.
Organizações que usam IA em diagnóstico, triagem, análise de imagens médicas ou gestão de leitos — onde o nível de risco é intrinsecamente alto e a supervisão humana e a explicabilidade são requisitos não negociáveis.
Desenvolvedoras de software que incorporam IA em seus produtos e precisam demonstrar para clientes corporativos que os sistemas foram desenvolvidos com governança, avaliação de risco e controles de qualidade de dados.
Fabricantes que usam IA em controle de qualidade, manutenção preditiva, otimização de supply chain e automação de linhas — onde falhas dos modelos têm impacto operacional e de segurança diretos.
Organizações que adotaram ferramentas de IA generativa em marketing, recrutamento, atendimento e operações — onde o risco de vazamento de dados confidenciais e de uso inadequado dos outputs é real e ainda pouco gerenciado.
Órgãos públicos e prestadores de serviços essenciais que usam ou planejam usar IA em decisões que afetam cidadãos — contexto de alto risco regulatório e reputacional onde a governança formal é condição de legitimidade.
Não terceirizamos a entrega. Os sócios com CISSP, CDPSE e certificações ISO participam diretamente de cada projeto.
Os mesmos profissionais que assinam a proposta conduzem o projeto. Você fala diretamente com quem tem a expertise e a certificação.
Não vendemos tecnologia nem somos parceiros de fabricantes. Nossas especificações são neutras — focadas no que a norma exige, não no que gera comissão.
Desde 2015, com engajamentos em 8+ setores — do mercado financeiro à saúde e infraestrutura crítica.
Integramos capacitação e cultura de segurança à orientação técnica — para que sua equipe execute com convicção, não por obrigação.
Os sócios atuam em instituições de ensino como FGV, ABNT, Instituto Mauá de Tecnologia e TIExames, garantindo conhecimento técnico atualizado e em profundidade.
Cada serviço é construído para ser compatível com ISO 27701, 42001, 22301 e frameworks NIST — evitando retrabalho desde o início.
Em conformidade com o Código de Ética ISC2, preservamos a confidencialidade dos clientes. Os casos abaixo descrevem contextos e entregas reais.
Fale diretamente com nossos sócios. A conversa inicial é sem custo e sem compromisso — e já nos permite mapear quais sistemas de IA na sua organização apresentam os maiores riscos e por onde começar.