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ISO 22301:2019 · Continuidade de Negócios

Quando a TI para, o negócio não pode parar.

A maioria dos incidentes que interrompem operações hoje tem origem ou forte impacto em TI — ransomware, falha de infraestrutura crítica, indisponibilidade de sistemas, perda de fornecedor de nuvem. A ISO 22301 estrutura a resposta antes que o incidente aconteça. Sócios ISO 22301 Lead Implementer em campo em cada projeto.

Quem conduz o projeto

🛡️
Sócio-Diretor
Carlos A. I. Bernardo
CISSP · MBA GRC · ISO 22301 LI
🔐
Sócio-Diretor
Rafael de Queiroz Batista
CDPSE · ISO 27701 LI · MSc FGV
10+ anos de projetos em campo
8+ setores atendidos
100% sócios em campo
Por que agir agora

TI é o principal vetor de disrupção operacional.

Não se trata mais de saber se um incidente de TI vai interromper suas operações — mas de quanto tempo sua organização consegue sobreviver sem os sistemas críticos, e se há um plano testado para recuperar.

🔒

Ransomware é a principal ameaça de continuidade

Ataques de ransomware criptografam sistemas inteiros em minutos. Organizações sem plano de continuidade estruturado ficam paralisadas por dias ou semanas — com impacto financeiro, regulatório e reputacional direto.

☁️

Dependência de nuvem e terceiros cria riscos invisíveis

Indisponibilidade de provedores de nuvem, falha de SaaS crítico ou interrupção de fornecedores de TI são cenários cada vez mais comuns — e raramente cobertos por planos de continuidade tradicionais.

Falha de infraestrutura sem plano de recuperação testado

Servidores, storage, redes e sistemas de backup falham. Sem um DRP documentado, testado e atualizado, a recuperação improvisa — e improviso em crise custa tempo, dinheiro e clientes.

⚖️

Exigências regulatórias crescentes

BACEN, ANPD, reguladores setoriais de saúde e energia exigem planos de continuidade e recuperação de desastres como condição de operação. A ISO 22301 é o framework reconhecido internacionalmente para demonstrar conformidade.

🤝

Clientes e parceiros exigem evidências de resiliência

Contratos com grandes corporações, processos de due diligence e onboarding de clientes corporativos passaram a exigir BIA, BCP e resultados de testes de continuidade como documentação obrigatória.

🔗

Integração natural com ISO 27001 e gestão de riscos

A ISO 22301 complementa a ISO 27001 — enquanto esta foca em proteger os ativos, aquela garante que os processos críticos continuem mesmo quando a proteção falha. Juntas, formam uma postura de segurança completa.

Como atuamos

Consultoria de ponta a ponta — sem tocar na sua infraestrutura

Estruturamos o SGCN, conduzimos a análise de impacto e elaboramos os planos. Para os controles técnicos — configuração de replicação, backup, failover — orientamos sua equipe de TI ou elaboramos as RFPs para contratação das soluções necessárias.

🎯
O que fazemos

Consultoria, orientação e especificação

  • Análise de Impacto nos Negócios (BIA) com foco em dependências de TI
  • Identificação e classificação dos sistemas e serviços críticos
  • Definição de RTO e RPO por processo e sistema
  • Elaboração do Plano de Continuidade de Negócios (BCP)
  • Elaboração do Plano de Recuperação de Desastres de TI (DRP)
  • Elaboração do Plano de Resposta a Incidentes Cibernéticos
  • Especificações técnicas de arquitetura de resiliência para a equipe de TI
  • RFPs para contratação de soluções de backup, replicação e failover
  • Exercícios e testes de continuidade — tabletop e simulações
  • Programa de conscientização e treinamento das equipes
  • Documentação normativa e relatórios executivos para a liderança
🔧
O que executa a equipe do cliente ou fornecedor contratado

Implantação técnica na infraestrutura

  • Configuração de soluções de backup e replicação de dados
  • Implantação de ambientes de failover e recuperação
  • Configuração de redundância de rede e conectividade
  • Implantação de soluções de monitoramento e alertas de disponibilidade
  • Configuração de ambientes de nuvem para recuperação de desastres
  • Testes técnicos de failover e restauração de sistemas
💡
Por que esse modelo funciona: Definimos os requisitos de RTO e RPO, especificamos a arquitetura de resiliência necessária e elaboramos as RFPs. Sua equipe de TI — ou o fornecedor contratado — implementa as soluções. A IT SECURE não opera diretamente sobre sistemas ou infraestrutura.
Metodologia

Do diagnóstico ao plano testado

Cada fase gera entregáveis concretos e auditáveis. O foco está nas dependências reais de TI — não em documentação genérica que não sobrevive ao primeiro incidente.

01

Diagnóstico e análise de contexto

Levantamento dos processos críticos de negócio, mapeamento das dependências de TI — sistemas, aplicações, infraestrutura, fornecedores — e avaliação do nível de maturidade atual em continuidade e recuperação.

Relatório de maturidade incluído
02

Análise de Impacto nos Negócios (BIA)

Identificação e quantificação do impacto financeiro, operacional e regulatório da indisponibilidade de cada sistema e processo crítico. Definição dos RTOs (tempo máximo de recuperação) e RPOs (ponto máximo de perda de dados) por processo e sistema.

RTO · RPO · Priorização por criticidade
03

Avaliação de riscos e cenários de disrupção

Mapeamento dos cenários de disrupção mais prováveis e de maior impacto — com ênfase em ransomware, falha de infraestrutura crítica, indisponibilidade de provedores de nuvem e SaaS, e perda de fornecedores estratégicos de TI.

ISO 27005 · Cenários de TI
04

Elaboração dos planos de continuidade e recuperação

Desenvolvimento do BCP (Plano de Continuidade de Negócios), do DRP (Plano de Recuperação de Desastres de TI) e do Plano de Resposta a Incidentes Cibernéticos — com procedimentos claros, responsáveis definidos e fluxos de comunicação estabelecidos.

BCP · DRP · Plano de Resposta a Incidentes
05

Especificação técnica e RFPs para soluções de resiliência

Para as lacunas de infraestrutura identificadas na BIA — backup inadequado, ausência de failover, falta de replicação — elaboramos especificações técnicas para a equipe de TI ou RFPs para contratação das soluções adequadas aos RTOs e RPOs definidos.

RFP · Arquitetura de resiliência
06

Testes, exercícios e manutenção dos planos

Condução de exercícios tabletop com liderança e equipes técnicas, simulações de cenários de crise e avaliação dos resultados. Plano de revisão e atualização periódica para manter os planos aderentes às mudanças de infraestrutura e negócio.

Tabletop · Simulações · Ciclo de melhoria

O que está incluído

  • Diagnóstico de maturidade em continuidade de negócios
  • Análise de Impacto nos Negócios (BIA) com foco em TI
  • Definição de RTO e RPO por sistema e processo crítico
  • Avaliação de riscos e cenários de disrupção de TI
  • Plano de Continuidade de Negócios (BCP)
  • Plano de Recuperação de Desastres de TI (DRP)
  • Plano de Resposta a Incidentes Cibernéticos
  • Especificações técnicas de arquitetura de resiliência
  • RFPs para soluções de backup, failover e replicação
  • Exercícios tabletop e simulações de crise
  • Relatórios executivos e documentação auditável
⏱ Prazo médio 4 a 8 meses
Frameworks integrados
ISO 22301:2019ISO 27005NIST CSF 2.0NIST SP 800-34ISO 27001
Falar com um especialista →
Para quem é

Para organizações onde a TI é o negócio

Qualquer organização com dependência crítica de sistemas, dados ou fornecedores de TI é candidata — especialmente aquelas com obrigações regulatórias ou contratuais de demonstrar resiliência.

🏦

Setor financeiro e fintechs

Bancos, corretoras e plataformas financeiras com obrigações de continuidade do BACEN (Resolução CMN 4.893 e Circular 3.909) e exigências de disponibilidade contratual com clientes institucionais.

🏥

Saúde e grupos hospitalares

Hospitais e clínicas com sistemas de prontuário eletrônico, imagem médica e monitoramento de pacientes — onde a indisponibilidade de TI tem impacto direto na segurança do paciente e na operação assistencial.

Energia e infraestrutura crítica

Empresas de distribuição e geração com ambientes de TI e OT integrados, onde a indisponibilidade de sistemas SCADA ou de gestão pode comprometer a operação da rede elétrica.

🏭

Indústria e manufatura

Fabricantes com ERP, MES e sistemas de automação integrados — onde a parada de sistemas de TI interrompe linhas de produção e compromete cadeias de suprimentos inteiras.

💼

Prestadores de serviços de TI e SaaS

Empresas de tecnologia que precisam demonstrar SLAs de disponibilidade e resiliência para clientes corporativos, com planos de continuidade como requisito contratual ou de due diligence.

🏛️

Setor público e infraestrutura essencial

Órgãos públicos e prestadores de serviços essenciais com obrigações legais de continuidade de serviços e crescente exigência de planos de resposta a incidentes cibernéticos documentados e testados.

Por que a IT SECURE

Expertise que se prova no campo

Não terceirizamos a entrega. Os sócios com CISSP, CDPSE e certificações ISO participam diretamente de cada projeto.

Sócios em campo, sem intermediários

Os mesmos profissionais que assinam a proposta conduzem o projeto. Você fala diretamente com quem tem a expertise e a certificação.

Orientação técnica sem conflito de interesse

Não vendemos tecnologia nem somos parceiros de fabricantes. Nossas especificações são neutras — focadas no que a norma exige, não no que gera comissão.

Mais de uma década de projetos reais

Desde 2015, com engajamentos em 8+ setores — do mercado financeiro à saúde e infraestrutura crítica.

Abordagem people centric

Integramos capacitação e cultura de segurança à orientação técnica — para que sua equipe execute com convicção, não por obrigação.

Professores e instrutores

Os sócios atuam em instituições de ensino como FGV, ABNT, Instituto Mauá de Tecnologia e TIExames, garantindo conhecimento técnico atualizado e em profundidade.

Integração com outras normas

Cada serviço é construído para ser compatível com ISO 27701, 42001, 22301 e frameworks NIST — evitando retrabalho desde o início.

Experiência comprovada

Projetos conduzidos em contextos reais

Em conformidade com o Código de Ética ISC2, preservamos a confidencialidade dos clientes. Os casos abaixo descrevem contextos e entregas reais.

⚡ Energia Elétrica · Infraestrutura Crítica

Plano Diretor de Segurança da Informação com mapeamento de riscos de continuidade para empresa líder em distribuição de energia

ISO 22301TI/OTContinuidadeInfraestrutura CríticaPDSI
🏦 Serviços Financeiros · Banco de Médio Porte

Reestruturação da área de segurança da informação com foco em resiliência operacional e conformidade com requisitos do BACEN

BACENISO 22301Continuidade de NegóciosInterim Management
🧩 Multissetorial · Análises de Risco

Análises de riscos de segurança da informação e continuidade de negócios para múltiplas organizações de diferentes setores

ISO 27005ISO 22301BIARisk AssessmentMultissetorial
Ver todos os cases →
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre a implementação

Qual a diferença entre BCP e DRP?
O BCP (Business Continuity Plan) cobre a continuidade dos processos críticos de negócio durante uma disrupção — incluindo operações manuais, realocação de equipes e comunicação com clientes. O DRP (Disaster Recovery Plan) foca especificamente na recuperação dos sistemas e infraestrutura de TI. Ambos são necessários e devem ser integrados — o DRP suporta a execução do BCP.
O que são RTO e RPO e como são definidos?
RTO (Recovery Time Objective) é o tempo máximo aceitável para recuperar um sistema ou processo após uma disrupção. RPO (Recovery Point Objective) é a quantidade máxima de dados que a organização aceita perder — medida em tempo. Ambos são definidos na BIA com base no impacto financeiro e operacional da indisponibilidade, e determinam os requisitos técnicos de backup, replicação e failover.
A IT SECURE mexe diretamente na nossa infraestrutura?
Não. Estruturamos o SGCN, conduzimos a BIA, elaboramos os planos e especificamos os requisitos técnicos. Para as soluções de infraestrutura — backup, replicação, failover — orientamos a equipe de TI do cliente ou elaboramos as RFPs para contratação dos fornecedores adequados.
Como a ISO 22301 se relaciona com a ISO 27001?
São normas complementares. A ISO 27001 foca em proteger os ativos de informação — confidencialidade, integridade e disponibilidade. A ISO 22301 garante que os processos críticos continuem operando mesmo quando a proteção falha — como em um ataque de ransomware bem-sucedido. Organizações com ISO 27001 já têm uma base sólida para avançar para a 22301.
Com que frequência os planos precisam ser testados?
A ISO 22301 exige testes periódicos dos planos de continuidade — a frequência mínima recomendada é anual, mas organizações em setores críticos como financeiro e saúde costumam realizar exercícios semestrais. Os testes podem ser tabletop (simulações em mesa com as equipes) ou exercícios práticos com ativação real dos procedimentos de recuperação.
Nosso plano de continuidade já existe. Vocês fazem revisão?
Sim. Realizamos diagnóstico e revisão de planos existentes — avaliando a aderência à ISO 22301, a adequação dos RTOs e RPOs definidos, a completude dos cenários cobertos e a qualidade da última rodada de testes. Muitas organizações têm documentos desatualizados ou nunca testados que não refletiriam a infraestrutura atual.

Sua organização está preparada para não parar?

Fale diretamente com nossos sócios — ISO 22301 Lead Implementer. A conversa inicial é sem custo e sem compromisso, e já nos permite identificar os cenários de maior risco para a continuidade do seu negócio.

Diagnóstico inicial sem custo
Foco nos cenários reais de TI da sua organização
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