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ISO 27005 · NIST RMF · Governança · Estratégia

Você não pode gerenciar o que não mediu.

Toda organização tem riscos de segurança da informação. A diferença entre as que os gerenciam bem e as que são surpreendidas por eles está em uma coisa: saber com clareza quais são, qual é a sua magnitude e o que fazer com cada um. O Risk Assessment estruturado é a fundação dessa clareza — para o CISO que precisa priorizar, para o CIO que precisa decidir, para o CEO que precisa liderar e para o Board que precisa governar.

Quem conduz o projeto

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Sócio-Diretor
Carlos A. I. Bernardo
CISSP · MBA GRC · ISO 22301 LI
🔐
Sócio-Diretor
Rafael de Queiroz Batista
CDPSE · ISO 27701 LI · MSc FGV
10+ anos de projetos em campo
8+ setores atendidos
100% sócios em campo
Por que estruturar agora

Risco de TI é risco de negócio. O Board precisa saber disso.

Durante décadas, risco de tecnologia foi tratado como assunto de TI — reportado em linguagem técnica, discutido em comitês operacionais e raramente chegando ao conselho com a clareza necessária para uma decisão de governança. Esse tempo acabou. Quando a TI para, o negócio para — e o Board é responsável por garantir que essa exposição seja conhecida, avaliada e gerenciada.

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O Board não pode governar riscos que não enxerga

Conselheiros e diretores têm responsabilidades fiduciárias sobre os riscos da organização — inclusive os de TI e segurança da informação. Um Risk Assessment bem conduzido traduz a exposição técnica em linguagem de negócio: impacto financeiro, operacional e reputacional. Sem isso, o Board aprova orçamentos de segurança às cegas.

📊

O CEO precisa de visibilidade para liderar

O CEO que não sabe quais são os três maiores riscos cibernéticos da organização está tomando decisões estratégicas com informação incompleta. Fusões, expansões, adoção de IA, migração para nuvem — todas essas decisões têm dimensão de risco de segurança que precisa ser considerada no nível executivo, não apenas na área técnica.

🔐

O CISO precisa de base para priorizar e justificar investimentos

Sem uma avaliação estruturada, o CISO prioriza por intuição e por pressão — e justifica investimentos com argumentos vagos de ameaça. Com um Risk Assessment documentado, ele prioriza por impacto real e justifica cada investimento com base no risco que ele reduz. A diferença no resultado — e na credibilidade com a liderança — é significativa.

💻

O CIO precisa alinhar decisões técnicas com risco de negócio

Cada decisão de arquitetura, cada escolha de fornecedor, cada projeto de transformação digital carrega riscos de segurança. O CIO que tem um mapa atualizado de riscos toma decisões técnicas com consciência do que está aceitando, transferindo ou mitigando — e consegue comunicar essas escolhas à liderança em linguagem de negócio.

🏭

TI é infraestrutura crítica — em todos os setores

Não é só em bancos e empresas de tecnologia. Uma indústria com linha de produção automatizada, uma distribuidora de energia com sistemas SCADA, uma operação de agronegócio com rastreamento de safra e maquinário conectado, um hospital com prontuário eletrônico — todos dependem de TI para funcionar. A parada de sistemas críticos tem impacto direto e imediato no negócio.

⚖️

Reguladores e seguradoras exigem avaliações documentadas

BACEN, ANPD, reguladores setoriais e seguradoras cibernéticas passaram a exigir evidências de que os riscos de segurança da informação são conhecidos e gerenciados formalmente. Um Risk Assessment conduzido com metodologia reconhecida — ISO 27005, NIST RMF — é a evidência mais robusta disponível.

Como atuamos

Avaliamos os riscos — não operamos os sistemas

Nossa atuação é analítica e consultiva. Conduzimos entrevistas, analisamos documentação, avaliamos a arquitetura e os processos — e produzimos a avaliação de riscos com recomendações de tratamento. A implantação dos controles recomendados fica com a equipe de TI do cliente ou com fornecedores que ajudamos a especificar.

🎯
O que fazemos

O que a IT SECURE faz

  • Definição do escopo e dos objetivos do Risk Assessment
  • Inventário e classificação dos ativos de informação críticos
  • Identificação de ameaças e vulnerabilidades por ativo e por processo
  • Avaliação qualitativa e quantitativa de riscos — probabilidade e impacto
  • Matriz de riscos priorizada por criticidade para o negócio
  • Plano de Tratamento de Riscos com opções de mitigação, transferência e aceitação
  • Relatório executivo para CEO, Board e alta liderança
  • Relatório técnico detalhado para CIO, CISO e equipes de TI
  • Especificação dos controles de mitigação recomendados
  • RFPs para soluções técnicas quando a mitigação exige tecnologia
  • Apresentação dos resultados para a liderança e o conselho
  • Acompanhamento do Plano de Tratamento ao longo do tempo
🔧
O que executa a equipe do cliente ou fornecedor contratado

O que executa a equipe técnica

  • Implantação dos controles técnicos de mitigação recomendados
  • Configuração de ferramentas de segurança especificadas
  • Remediação de vulnerabilidades identificadas na avaliação
  • Ajustes de arquitetura e de configuração de sistemas
  • Testes de efetividade dos controles implantados
  • Atualização dos sistemas e processos conforme recomendado
💡
Por que esse modelo funciona: O Risk Assessment é o mapa — não a construção da estrada. Entregamos a visão clara dos riscos e o roteiro de tratamento. A execução técnica fica com quem opera os sistemas. Quando faz sentido, acompanhamos a implementação para garantir que os controles recomendados sejam implantados como especificado.
Metodologia

Do inventário ao plano de tratamento aprovado pelo Board

Um Risk Assessment bem conduzido não termina com um relatório técnico que ninguém lê. Termina com uma decisão da liderança sobre o que fazer com cada risco identificado — aceitar, mitigar, transferir ou evitar. É para esse resultado que toda a metodologia é orientada.

01

Definição de escopo e contexto de negócio

Antes de avaliar riscos técnicos, precisamos entender o negócio — processos críticos, dependências de TI, objetivos estratégicos, obrigações regulatórias e tolerância a risco da liderança. Um risco técnico só faz sentido quando é avaliado no contexto do impacto que causaria ao negócio. Essa etapa também define os limites do escopo: quais sistemas, processos e unidades organizacionais serão cobertos.

Contexto de negócio · Tolerância a risco · Escopo
02

Inventário e classificação de ativos críticos

Mapeamento dos ativos de informação — sistemas, dados, infraestrutura, processos e fornecedores — com classificação por criticidade para o negócio. Quais sistemas, se indisponíveis, param a operação? Quais dados, se expostos, geram impacto regulatório, reputacional ou financeiro imediato? A classificação de ativos é a fundação sobre a qual toda a avaliação de riscos se constrói.

Inventário de ativos · Classificação · Criticidade
03

Identificação de ameaças e vulnerabilidades

Para cada ativo crítico, identificamos as ameaças relevantes — ransomware, acesso não autorizado, falha de infraestrutura, erro humano, ataque à cadeia de suprimentos — e as vulnerabilidades que as tornam possíveis. A identificação é baseada em entrevistas com equipes técnicas, análise de documentação, revisão de arquitetura e referência a bases de inteligência de ameaças atualizadas.

Ameaças · Vulnerabilidades · Inteligência de ameaças
04

Avaliação e priorização de riscos

Cada combinação ativo-ameaça-vulnerabilidade é avaliada em duas dimensões: probabilidade de ocorrência e impacto para o negócio. O impacto é avaliado nas dimensões financeira, operacional, regulatória e reputacional — em linguagem que a liderança reconhece. O resultado é uma matriz de riscos priorizada, que separa o que exige ação imediata do que pode ser gerenciado ao longo do tempo.

Matriz de riscos · Probabilidade · Impacto de negócio
05

Plano de Tratamento de Riscos

Para cada risco priorizado, desenvolvemos as opções de tratamento: mitigar com controles técnicos ou organizacionais, transferir via seguro cibernético ou contrato, aceitar formalmente com ciência da liderança, ou evitar eliminando a exposição. O Plano de Tratamento é o documento que transforma a avaliação em decisão — e que orienta os investimentos de segurança com base em risco real, não em benchmark de mercado.

Mitigar · Transferir · Aceitar · Evitar · PTR
06

Relatórios diferenciados por público

Um único relatório técnico não serve a todos os públicos. Produzimos dois entregáveis distintos: o relatório executivo — para CEO, Board e alta liderança — com foco em impacto de negócio, exposição financeira e decisões requeridas; e o relatório técnico — para CIO, CISO e equipes — com detalhe de vulnerabilidades, controles recomendados e especificações de implementação. Oferecemos também apresentação presencial ou remota dos resultados para ambos os públicos.

Relatório executivo · Relatório técnico · Apresentação

O que está incluído

  • Definição de escopo com contexto de negócio
  • Inventário e classificação de ativos críticos
  • Identificação de ameaças e vulnerabilidades
  • Avaliação qualitativa de probabilidade e impacto
  • Matriz de riscos priorizada por criticidade
  • Plano de Tratamento de Riscos (PTR)
  • Relatório executivo para CEO e Board
  • Relatório técnico para CIO, CISO e equipes
  • Especificação de controles de mitigação recomendados
  • RFPs para soluções técnicas quando aplicável
  • Apresentação dos resultados para a liderança
⏱ Prazo médio 4 a 8 semanas
Frameworks integrados
ISO 27005NIST RMFNIST CSF 2.0ISO 27001NIST AI RMF
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Para quem é

Para organizações onde a TI é parte do negócio

Que hoje em dia é praticamente todas — mas o grau de dependência e o perfil de risco variam. O Risk Assessment é especialmente urgente quando há processos críticos dependentes de TI, obrigações regulatórias de gestão de riscos ou decisões estratégicas relevantes em andamento.

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Setor financeiro e fintechs

Bancos, corretoras e plataformas com obrigações de gestão de riscos do BACEN (Resolução CMN 4.893) — onde a avaliação formal de riscos cibernéticos é requisito regulatório e condição para operação. E fintechs em processo de homologação, onde o Risk Assessment é parte da demonstração de maturidade.

Energia e infraestrutura crítica

Distribuidoras e geradoras de energia com ambientes de TI e OT integrados — onde a avaliação de riscos precisa cobrir tanto os sistemas de gestão quanto os sistemas de controle operacional, e onde a indisponibilidade tem impacto direto no fornecimento de um serviço essencial.

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Saúde e grupos hospitalares

Hospitais e grupos de saúde com sistemas críticos de missão assistencial — prontuário eletrônico, imagem médica, monitoramento de pacientes — onde a indisponibilidade de TI tem impacto direto na segurança do paciente e onde os dados tratados são dos mais sensíveis previstos na LGPD.

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Agronegócio e agroindústria

Operações agrícolas e agroindustriais com rastreamento de safra, maquinário conectado, sistemas de irrigação automatizados e ERPs de gestão de insumos e produção — onde a dependência de TI cresceu muito mais rápido do que os controles de segurança. Um setor com risco real e ainda pouca maturidade em gestão de riscos cibernéticos.

🏭

Indústria e manufatura

Fabricantes com linhas de produção automatizadas, sistemas MES, ERPs integrados e crescente adoção de IoT industrial — onde a parada de sistemas de TI interrompe a produção e onde a convergência de TI e OT cria superfícies de ataque que os controles tradicionais de segurança industrial não cobrem.

🏛️

Conselho e alta liderança que querem visibilidade real

Organizações onde o Board ou o CEO decidiu que quer entender de fato qual é a exposição a riscos cibernéticos — não apenas receber relatórios técnicos incompreensíveis, mas ter uma visão clara do que pode acontecer, qual seria o impacto e o que está sendo feito a respeito.

Por que a IT SECURE

Por que a IT SECURE para este assessment

Risk Assessment bem feito exige dois domínios que raramente coexistem: profundidade técnica para identificar e avaliar os riscos reais, e visão de negócio para traduzi-los em linguagem que a liderança consegue usar para decidir.

Dois relatórios — dois públicos — uma mesma avaliação

Produzimos relatórios distintos para a liderança executiva e para as equipes técnicas. O Board não precisa de CVEs — precisa de impacto financeiro e de decisão. O CISO não precisa de generalidades — precisa de vulnerabilidades específicas e controles acionáveis. Entregamos os dois, derivados da mesma avaliação.

Metodologia reconhecida — ISO 27005 e NIST RMF

Nossa avaliação de riscos é baseada em frameworks internacionalmente reconhecidos — o que garante que os resultados sejam comparáveis, auditáveis e aceitos por reguladores, seguradoras e parceiros que exijam evidências formais de gestão de riscos.

Visão de negócio, não apenas técnica

Avaliamos impacto em linguagem de negócio — receita, continuidade operacional, conformidade regulatória, reputação. Um risco técnico que não é traduzido em impacto de negócio não gera decisão. Nossa formação — CISSP, CDPSE, MBA GRC, MSc FGV — garante que as duas linguagens sejam faladas com igual fluência.

Experiência em múltiplos setores e contextos

Já conduzimos Risk Assessments em energia, financeiro, saúde, agronegócio, indústria e entretenimento — o que nos permite calibrar a avaliação para o perfil de ameaças e o contexto regulatório específico de cada setor, sem usar templates genéricos que não refletem os riscos reais.

Sócios em campo — do diagnóstico ao relatório final

Carlos Bernardo (CISSP, MBA GRC, ISO 22301 LI) e Rafael Batista (CDPSE, ISO 27701 LI, MSc FGV) conduzem pessoalmente cada etapa do assessment — as entrevistas, a avaliação e a apresentação dos resultados. Não há consultor intermediário entre a organização e quem tem a expertise.

Fundação para tudo o que vem depois

O Risk Assessment não é um projeto isolado — é a fundação sobre a qual se constroem sistemas de gestão ISO, programas de segurança, decisões de investimento e estratégias de seguro cibernético. Organizações que começam por aqui tomam decisões mais acertadas em tudo que vem a seguir.

Experiência comprovada

Assessments conduzidos em contextos reais

Em conformidade com o Código de Ética ISC2, preservamos a confidencialidade dos clientes.

⚡ Energia Elétrica · Infraestrutura Crítica

Mapeamento de riscos e elaboração do Plano Diretor de Segurança da Informação para empresa líder em distribuição de energia — cobrindo ambientes de TI e OT

ISO 27005NIST CSFTI/OTPDSIInfraestrutura CríticaRelatório Executivo
💳 Serviços Financeiros · Fintech

Avaliação de riscos cibernéticos com foco em conformidade regulatória do BACEN — resultando na homologação da plataforma, atualmente em operação

ISO 27005NIST RMFBACENConformidade RegulatóriaHomologação
🧩 Multissetorial · Análises de Risco

Análises de riscos de segurança da informação e elaboração de Planos Diretores para múltiplas organizações de diferentes setores — diretamente e via white label

ISO 27005NIST RMFPDSIRisk AssessmentMultissetorialWhite Label
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Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre Risk Assessment e pentest?
São avaliações complementares com escopos distintos. O pentest (teste de penetração) verifica se vulnerabilidades técnicas específicas são exploráveis — é uma avaliação de segurança técnica conduzida por uma equipe ofensiva. O Risk Assessment avalia os riscos de negócio associados às vulnerabilidades, ameaças e exposições da organização — com foco em impacto, priorização e decisão de tratamento. O pentest alimenta o Risk Assessment com evidências técnicas; o Risk Assessment fornece o contexto de negócio que dá significado aos achados do pentest.
Com que frequência o Risk Assessment deve ser realizado?
A ISO 27001 e o NIST CSF recomendam avaliações periódicas — anualmente como mínimo para a maioria das organizações, ou quando ocorrem mudanças significativas no ambiente: fusões, migrações para nuvem, adoção de IA, reestruturações de TI, incidentes relevantes ou mudanças regulatórias. O risco evolui com o negócio — uma avaliação feita há três anos descreve uma realidade que provavelmente não existe mais.
Como os resultados são apresentados ao Board e ao CEO?
Produzimos um relatório executivo específico para esse público — sem jargão técnico, com foco em impacto de negócio, exposição financeira estimada e decisões requeridas. O relatório executivo responde às três perguntas que o Board e o CEO precisam: quais são os maiores riscos, o que pode acontecer se se materializarem e o que está sendo recomendado para cada um. Oferecemos também apresentação presencial ou remota dos resultados para a liderança, com espaço para perguntas e deliberação.
O Risk Assessment pode ser feito remotamente?
Sim — e a maior parte do trabalho funciona muito bem de forma remota: entrevistas por videoconferência, análise de documentação compartilhada, revisão de arquitetura e elaboração dos relatórios. Para organizações com ambientes de TI e OT integrados — como indústrias e empresas de energia — uma visita presencial às instalações pode agregar valor na fase de identificação de vulnerabilidades. Definimos o formato mais eficiente no diagnóstico inicial.
O Risk Assessment substitui a implantação da ISO 27001?
Não — mas é frequentemente o melhor ponto de partida para ela. A ISO 27001 exige uma avaliação de riscos como requisito central do sistema de gestão. Organizações que começam o processo de certificação com um Risk Assessment estruturado chegam à implantação com clareza sobre quais controles priorizar e por quê — o que torna a implementação mais eficiente e o sistema de gestão resultante mais robusto.
Como o Risk Assessment se conecta ao seguro cibernético?
De forma direta. O Risk Assessment identifica e quantifica a exposição da organização — o que permite escolher uma apólice de seguro cibernético adequada ao risco real, com limites e coberturas proporcionais. Também documenta os controles existentes, o que influencia positivamente as condições da apólice. E o Plano de Tratamento de Riscos orienta quais controles implantar primeiro — que frequentemente são os mesmos que as seguradoras exigem no questionário de underwriting.

Decisões melhores começam por riscos bem avaliados.

Fale diretamente com nossos sócios. A conversa inicial é sem custo e sem compromisso — e já nos permite entender o escopo mais adequado para o momento da sua organização.

Diagnóstico inicial sem custo
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